Essa abertura segura a interface antes de carregar a bancada principal e melhora a entrada no iPhone e no iPad.
Consulta curta, arrastável e sempre visível para travar personagem, Character Sheet, ambiente, look e densidade visual sem sair do fluxo.
A ordem ideal começa pela ideia: conceito, sujeito, ambiente, ação e só depois técnica. O tratamento visual dirige a cena; não substitui uma base fraca.
Use uma referência como ponto de partida, trave o DNA visual e gere uma sequência de imagens que pertençam à mesma campanha.
Use para criar uma pessoa consistente e reutilizável no Nano Banana Pro. É uma ficha fotográfica técnica, não uma cena cinematográfica.
Trave o corpo com dados concretos. Quanto mais mensurável, menos genérico o prompt fica.
Quando etnia ou origem forem relevantes, use de forma objetiva e integrada ao resto da descrição.
O ambiente precisa dizer onde a cena acontece, o que existe no lugar e em que estado esse espaço está.
Escolha primeiro a linguagem geral e depois use plano, lente e luz para sustentar a mesma decisão.
Banco de termos curtos para encaixar na descrição quando faltar densidade visual.
O gerador monta o prompt começando pela cena — quem é o sujeito, o que ele faz, onde está e o clima — e só depois adiciona a parte técnica (câmera, lente, luz, filme). Por isso, quanto mais específico você for nos campos de texto, mais fiel sai a imagem e menos gerações você gasta. Este guia mostra o que escolher em cada campo, sem precisar ser especialista.
Você pode começar do zero ou usar o Inspiration Deck. A referência aplica uma direção completa; o DNA visual mantém o mundo coerente; o Campaign Set transforma a mesma ideia em uma sequência utilizável.
Uma campanha forte começa por uma ideia visual específica. O conceito governa a cena; os quatro campos tornam essa ideia fotografável:
A rota criativa define o que você está criando. O tratamento define como essa ideia será lida. A intensidade controla o quanto a direção pode se afastar da realidade literal.
Os chips não entregam uma campanha pronta. Eles organizam o ponto de partida para você concentrar a decisão no conceito, no casting, no figurino, no set e na assinatura visual.
Use este modo quando a mesma persona precisa reaparecer em diferentes cenas ou etapas de um projeto. Você não escreve uma descrição longa: seleciona os traços, gera o prompt e recebe uma ficha fotográfica horizontal com seis vistas da mesma pessoa.
Os quatro campos apontam para a mesma ideia, sem disputar atenção:
Misture termos de categorias diferentes para construir uma imagem específica, não apenas bonita:
O plano define quanto do sujeito e do ambiente entra no quadro. A borda azul é o quadro da câmera; a silhueta é a mesma pessoa, recortada de forma diferente.
A pessoa é um ponto pequeno na imensidão do lugar. Estabelece onde estamos e a escala. Use quando: quer mostrar o ambiente inteiro, isolamento ou grandiosidade.
O corpo inteiro dentro do ambiente. Lê postura, movimento e a relação da pessoa com o espaço. Use quando: há ação física e você quer situar a pessoa no cenário.
Da meia-coxa para cima. Clássico de atitude e presença — vê o rosto, o tronco e as mãos. Use quando: quer postura e linguagem corporal sem perder a expressão.
Da cintura para cima. É o plano "conversa": equilíbrio entre expressão do rosto e linguagem corporal. Use quando: a ação envolve mãos e torso e você quer ver o rosto com algum contexto.
Do peito para cima. Foco na expressão, ainda com um pouco de ombro e contexto. Use quando: a emoção contida ou a fala é o centro da cena.
O rosto preenche o quadro. Emoção intensa, micro-expressões, olhar. O ambiente vira fundo desfocado. Use quando: o momento emocional é tudo.
Um fragmento — um olho, a boca. Tensão máxima e textura da pele visível. Use quando: quer impacto dramático ou um detalhe do rosto.
Um objeto ou gesto isolado, sem o corpo — a textura é o assunto. Use quando: precisa destacar uma peça-chave: uma mão, uma joia, um produto.
A lente muda a perspectiva e o fundo. Agrupei por caráter óptico; as etiquetas mostram quais lentes do menu caem em cada grupo.
Campo de visão amplo, exagera profundidade e perspectiva, distorce um pouco nas bordas e mantém quase tudo em foco. Use quando: quer mostrar o ambiente, imersão e sensação de espaço.
Visão natural, próxima do olho humano, pouca distorção e separação suave do fundo. Use quando: quer naturalismo e narrativa padrão, sem exagero.
Comprime os planos (o fundo parece mais perto e maior), desfoca o fundo e isola o sujeito. Campo de visão estreito. Use quando: quer retrato e closes com fundo "derretido".
Bokeh oval (vertical) e flares horizontais azuis atravessando o quadro. Leve compressão lateral e ar de cinema widescreen. Use quando: quer um look de cinema clássico, "filme de verdade".
Distorção curva extrema: linhas retas viram arcos e o campo fica quase circular, ultra amplo. Use quando: quer um efeito radical, imersivo ou um ponto de vista exagerado.
Aproximação extrema com ângulo baixo de inseto: objetos minúsculos viram enormes, profundidade de campo mínima. Use quando: quer destacar uma textura, gota, joia ou material bem de perto.
Bokeh em redemoinho (swirl), tons quentes e contraste suave, com um halo meio sonhador. Use quando: quer textura nostálgica, orgânica e imperfeita.
Só pra situar — no gerador você escolhe pelo nome amigável. A iluminação já sugere um filme combinando (que você pode trocar).
Use quando já existe um produto ou objeto pronto e o trabalho da IA deve acontecer somente ao redor dele. A referência é a fonte da verdade; o cenário é a parte criativa.
Prefira PNG com transparência ou JPEG/PNG sobre branco uniforme, em boa resolução, sem recortes nas bordas. Quanto mais nítidos estiverem logo, rótulo, material e contorno, maior a fidelidade da composição.
No campo “Ideia do cenário”, fale de arquitetura, superfície, escala, matéria, profundidade e atmosfera. Não redescreva nem reinvente o produto; ele já vem da imagem anexada.
Sombra de contato, reflexo, oclusão e perspectiva fazem o produto pertencer ao ambiente. A luz do cenário deve combinar com a luz já visível no produto, sem repintar sua superfície.
Produto + cenário remove apenas o fundo e compõe o objeto intacto. Somente cenário vazio cria o set com uma zona limpa de encaixe para composição posterior em 3D, edição ou outra ferramenta.